
A igreja é uma referência vital para a sociedade
As profecias pessimistas dos mestres da suspeita – Marx, Freud e Nietzsche – estavam erradas: apesar dos duros golpes que sofreu durante a modernidade, Deus não morreu, a religião não desapareceu do mapa e nem tampouco a igreja fechou em definitivo as suas portas. Muito pelo contrário. A religião hoje está de volta e com força total. E, alimentadas por este retorno do sagrado, as igrejas estão multiplicando-se por toda parte, experimentando um crescimento como há muito não se via.
Não obstante este novo momento cultural, muitas pessoas seguem se perguntando pela importância da igreja, sobre que tipo de diferença ela faz na sociedade. Aponto aqui duas razões pelas quais entendo ser a igreja importante para a sociedade contemporânea.
Primeiramente, a igreja é importante porque ela é um raro contraponto ao individualismo reinante em nossos dias. Nestes tempos altamente competitivos onde o outro cada vez mais é percebido como alguém que concorre comigo por um lugar ao sol, valores como o altruísmo, a generosidade e a gratuidade tendem a desaparecer. A sociedade, no entanto, não pode prescindir deles, pois constituem importante contrapeso para a manutenção do equilíbrio da relação eu-tu sobre a qual a vida social se edifica. Ao cultivar e encorajar a vivência cotidiana de tais valores, a igreja contribui significativamente para a saúde social impedindo-nos de tomar o caminho sem volta do egocentrismo absoluto.
Uma segunda razão pela qual julgo ser importante a presença da igreja na sociedade tem a ver com a esperança que ela encarna e proclama. Neste nosso contexto brasileiro de tantas más-notícias, a igreja insiste rebeldemente em ser um foco irradiador da boa-notícia de salvação e esperança do reino de Deus. Contra todas as evidências contrárias, a igreja teimosamente anuncia o triunfo do bem sobre o mal, a vitória da vida sobre a morte, o êxito da saúde sobre a doença, etc. E este anuncio é imprescindível, pois livra-nos do fatalismo e da depressão.
Enfim, a igreja é importante pois contribui fundamentalmente para a saúde social através do incentivo à gratuidade e ao altruísmo bem como por meio do anúncio insistente de uma esperança rebelde a todo enquadramento melancólico e fatalista. Ademais, a igreja constitui sinal e metáfora da nova humanidade redimida que tanto necessitamos ver emergir.
Olha, serei sincero, escreverei sem eufemismos, mas no âmbito do bom senso. Primeiramente, é patente que as igrejas pregam aquilo que foi escrito por seres humanos, ou seja, a Bíblia. Como um documento de caráter moralista, a Bíblia nada mais é que fruto dos devaneios humanos, escrita por indivíduos desprovidos do senso de realidade.
A igreja, portanto, é instrumento da propagação de conceitos metafísicos, ou seja, tudo o que não foi comprovado cientificamente. O pior, o mais execrável, é usarem o nome de Je$u$ para angariarem dinheiro fácil, como prostitutas, também adeptas da facilidade. A igreja é uma prostitua edificada e os “fiéis” são voyeurs da ilusão.
Entendo que esse espaco do blog é oportunidade de diálogo e partilha de diferencas, porém é possível dialogar e divergir de forma respeitosa.
Acredito que toda generalizacão e injusta e parcial.
Stone, suas colocacões foram desrespeitosas.
Gostei muito do texto do Pastor Leandro, que me levou a pensar na seguinte questão: Será que podemos considerar esse crescimento quantitativo também qualitativo? Não questiono aqui a diversidade de expressões de fé, mas a essência que compartilhamos, que é Jesus.
Marilza